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CEE/BA

03/05/2019 15:05

Educação Indígena é tema de Audiência Pública do Conselho Estadual de Educação

O Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE/BA) promove Audiência Pública acerca do projeto de Resolução sobre o Ensino da História e da Cultura Indígena nos Currículos da Educação Básica, no Sistema Estadual de Ensino da Bahia. A discussão acontece na próxima terça-feira, 7 de maio, das 8h30min às 12h30min, no auditório do Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, com a proposta de desmembrar as Resoluções CEE nº 23/2007 e nº 48/2008 e elaborar uma resolução específica, que preconiza incluir nos currículos das escolas (públicas e privada) o estudo da temática indígena, atendendo à Lei nº 11.645/2008.

São mais de 3 mil escolas indígenas espalhadas por todo o país, com cerca de 18 mil professores e 254 mil alunos matriculados, de acordo com os dados do Ministério da Educação. Na Rede Estadual existem 27 unidades escolares e 48 anexos, segundo dados da coordenação da Educação Escolar Indígena da Secretaria da Educação (SEC).

"Para o CEE/BA, o respeito à dignidade da pessoa humana é intrínseca à educação emancipatória e é condição necessária para uma sociedade livre, justa e democrática. Em nosso trato com a educação, ressalvada nossa área de competência, buscamos ouvir as pessoas e os grupos que expressam as demandas educacionais atinentes ao fazer do CEE/BA. Ampliamos nossa ambição para o zelo no que tange às políticas públicas para a educação, dentre as quais aquelas voltadas para a educação indígena. Sabemos que ainda há muitas barreiras para serem ultrapassadas, a exemplo do preconceito com a população indígena, mas, sabemos também que a educação indígena, assim como a educação de todos os baianos, deve ser prioridade para o Governo do Estado da Bahia", afirma.

Para a realização desta Audiência, em abril, mês de comemoração ao índio, representantes do CEE/BA, acompanhados pela conselheira Maria Jesuína Barbosa dos Santos, visitaram algumas comunidades indígenas em Ilhéus e região, a exemplo da Aldeias Tukun, Itapoã e Sapucaieira, conhecendo a realidade das comunidades e ouvindo as contribuições dos professores e líderes. A programação do evento contempla mesa de abertura, leituras das preposições e abertura para as contribuições do público, em que cada pessoa inscrita terá o tempo de cinco minutos.


Fonte: Núcleo de Comunicação e Modernização - NCM CEE/BA

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